Macho pero no Mucho
 
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 29/09/2006

Toda forma de amar vale a pena

Ah, minhas queridas leitoras e diletos leitores... A dor do amor é a mais pura e sangrenta forma de deixar de existir. Penso aqui num grande campeonato de sofrimento pela falta da pessoa amada. Homens de um lado e mulheres do outro. Acho que presenciaríamos um eterno empate, numa infinita disputa de pênaltis entre pássaros feridos. Não há justiça capaz de provar quem verte mais lágrimas (explícitas ou não) quando é abandonado(a) por um certo alguém.

Ou vocês apostariam que as donzelas sentem uma tristeza muito mais profunda do que os machões? Julgando pela Bridget Jones, acho que não. Elas tomam lá seus vinhos, comem meia dúzia de bombons e caem de novo no sonho de valsa. Já os meninos... Abandonam Roma em busca de outra Cleópatra e partem para conquistar novos mundos... Mas isso é papo para outro dia.

Motivado por intensos e doloridos desabafos de um amigo -que pretende formar família no estilo papai-e-mamãe com uma pequena que anda machucando seu coração- resolvi pensar um pouco sobre o matrimônio e suas variações.

Sim, porque conhecemos essa coisa de união entre homem e mulher, homem e homem, mulher e mulher, homem e bebida, homem e várias mulheres, mulheres e shopping etc. Mas tudo é meio previsível e estático. Ou é assim ou assado.

Ora, querido amante desesperado. O reino animal está aí. E nós (pasmem!) pertencemos a esse grupo tão fofinho que habita o planeta. E, mais uma vez, eles nos dão uma lição de amoralidade e proporcionam diversas formas de união e amor.

Será que não chegou o momento de mirarmos nos exemplos dos bichinhos e partir para outras formas de amar? Sofrer por apenas algumas me parece mesquinho, sacana mesmo com a natureza tão pródiga em fornecer opções. Se o seu estilo não cola, que tal tentar uma das uniões abaixo?

O CHEIRO DO AMOR

Os hipopótamos machos entenderam faz tempo aquela história sobre o “amor que vem de dentro”. Por isso, quando querem uma parceria estável, esparramam pelo chão cocô e xixi em quantidades industriais. Após marcar o território com as próprias entranhas, eles passam a arremessar a meleca por todos os lados. As fêmeas ficam excitadas com o cheiro da lambança e partem para encontrar o machão dono daquele excremento. Ideal para quem pretende um relacionamento sujo, mas muito honesto e íntimo.

TRÊS FORMAS DE AMAR

Os gansos machos preferem a companhia um do outro e ignoram as fêmeas. Papo vem, papo vai, e os gansos juntam as penas e vivem um intenso caso homossexual. Mas eles sabem que o planeta Ganso depende das meninas também. Então, aceitam compartilhar o amor que não diz o nome com uma fêmea (apenas para reprodução). E o trio segue junto cuidando do rebento. Ideal para quem pretende um relacionamento moderno e não precisa da pena dos outros.

CANTA PRA SUBIR

Os gafanhotos têm 400 tipos diferentes de músicas para cantar durante a corte e o acasalamento. Repertório para nenhum Caetano colocar defeito. Ou não. O fato é que o macho pode ter uma musiquinha para flerte, outra para o casamento e assim vai. Ideal para quem curte um banquinho e um violão.

REFEIÇÃO COMPLETA

O macho da aranha lince (que não é burro) atrai a fêmea para sua teia e a envolve numa espécie de bolo de seda ma-ra-vi-lho-so. A pequena se enrola naquele conforto e passa a devorar a seda (para esses bichos, isto é considerado um banquete divino). Então, o garoto fica animado, abre uma cervejinha e monta na garota, que deixa o pau comer solto. Dizem as más línguas que ela não está nem aí para a cópula, tão distraída que fica com a sua seda. Ideal para quem gosta de comprar um amor.

MATAM A COBRA E MOSTRAM O PAU

Agora, exemplo bom mesmo vem lá do Canadá, com as cobras thamnophis de lateral vermelha. Quando elas pretendem se amar, fazem o óbvio: uma orgia. Vinte e cinco mil delas se reúnem numa cova espremida e começam o rala-e-rala. O problema é que o lugar vira um Belo Horizonte ao contrário, com cerca de cem cobras machos competindo por uma fêmea. Às vezes, naquela loucura toda, com os hormônios explodindo, os meninos acabam matando a pequena (sem querer, por causa do peso excessivo). Só que não reparam no crime e continuam a brincadeira, se tornando cobras que praticam a necrofilia. Ideal para... Bem, prefiro não dar conselhos que envolvam orgias e morte.

Aqui está. Viram? Pra que sofrer por aquele(a) se a mamãe natureza oferece tantas formas de amar? Escolha a sua.

Escrito por Careca às 10h43

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Cueca Freada versus Calcinha Morcego

Não há na face da terra duelo mais cruel entre os recém-casados do que o embate entre a Cueca Freada e a Calcinha Morcego. E os puristas não me venham com "churumelas", pois muitos matrimônios deixaram de ser levados a cabo pelo ódio da mulher aos flatos do marido e suas inefáveis conseqüências na roupa íntima, bem como muitos homens irritam-se e brigam com as esposas devido a roupa íntima feminina, aquela parte que guarda seu pote de mel, muitas vezes ser encontrada pendurada de cabeça para baixo no box.

Nem mesmo a tampa de privada aberta ou fechada causou tantos danos aos relacionamentos quanto o tema em discussão hoje. Em homenagem aos casais que defizeram seus lares devido a esse tipo de problema vamos mostrar aqui que ambos não tinham razão e que casar é ceder, por isso se você é um egoísta fresquinho, tanto faz se do sexo masculino ou feminino, você está condenado a solidão, é bem verdade que em umacasa muito arrumadinha, né?

Sobre a Cueca Freada só posso dizer às pequenas que os homens peidam e quando peidam muitas vezes aquilo que era para sair em estado gasoso nem sempre se contenta e nos engana, saindo em estado pastoso. Oras, não podemos crucificar um homem, veja bem homem, isso pressupõe ir a bares, comer fritura, beber cerveja junto com destilado, misturando a tudo isso aquele delicioso caldinho de feijão. É impossível que alguém com uma dieta destas tenha o mesmo controle intestinal de vocês mulheres que vivem comendo salada faça chuva ou faça sol. Nosso mouse se vocês repararem a partir de agora faz uma homenagem a este ícone de resistência ao metrosexualismo.

Já sobre a Calcinha Morcego só posso dizer que é consenso entre as mulheres afirmar que ela possui um menor poder ofensivo que sua arqui-inimiga, mas enganam-se. Os homens odeiam ser observados e a calcinha morcego fica pairando no boxe nos observando em momentos inglórios de nossa masculinidade, quando estamos na privada ou quando estamos lavando nossas partes pudentas. Não existem cenas mais terríveis do que estas, nós somos desengonçados, muitas vezes beiramos a brutalidade e enquanto isso elas estão lá nos espreitando como testemunhas de nossa pequenez, isso sem falar quando queremos sair do banho e elas avançam sobre as nossas cabeças e esparramam-se pelo chão de maneira jocosa, nos dizendo em silêncio: "isso mesmo fdp me pega no chão senão vou espelhar aos quatro cantos do planeta seus hábitos mais nojentos e secretos".

No barulho de sua vida cotidiana, caro leitor, o que você considera mais anormal a Cueca Freada ou a Calcinha Morcego? O que te irrita mais?



Escrito por Gordo às 10h13

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 26/09/2006

As mulheres e a pescaria - I

POR QUE AS MULHERES NÃO GOSTAM DE PESCAR?

Esta resposta ganha índice 9,5 na Escala de Trocadilhos Infames e Humilhantes. Apenas usando a palavra "vara", conseguiremos dezenas de variações de uma mesma piada. Ainda existe um humor sarcástico e cruel ao usarem "piranha", "minhoca", porque mulher não fica quieta e isto espanta os peixes etc.

Fato: o número de mulheres que enfrenta uma saudável pescaria é mínimo. E, convenhamos, manejar a tal vara não é uma coisa tão máscula assim (ou mesmo difícil -gente, esqueçam o duplo sentido, por favor). Então, por que raios jamais ouvimos um diálogo do tipo:

MULHER - Querido, você viu minha caixa de pesca por aí?

HOMEM - Acho que estava ali, junto com algumas minhocas nojentas. Vai pescar de novo?

MULHER - Porra, não enche. Vou com umas amigas e só volto domingo... Que vem. Queremos pegar um peixe-espada danado de grande que está nos dando um baile desgraçado. E ajuda aqui a levar as cervejas para o carro...

É. Até entendo por que as meninas preferem entrar num barco apenas para tomar Sol, beber caipirinha e gritar "que fofos" para os golfinhos. Afinal, afirmamos que pescar é coisa de macho porque envolve solidão, pouco papo, muita cerveja, bichos gosmentos no anzol e sal queimando o corpo. Mas, a pergunta inicial nos leva para outra: e as japonesas?

Sim, POR QUE AS JAPONESAS PESCAM? De cada cinco mulheres que já vi pescando na praia, quatro eram japonesas e uma... Bem, prefiro não mencionar com quem parecia essa "uma".

Ei, as japonesas carregam uma ilha no sangue. Entendendo. Só isso? Talvez, quando as pequenas começarem a pescar, diversos segredos dos homens serão desvendados... Vou conversar com uma nissei e volto ao tema.



Escrito por Careca às 23h13

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 25/09/2006

Corrente para ajudar os metrossexuais

Leia este artigo e mande para 20 amigos metrossexuais. ISTO É SÉRIO!!! A Corrente Para Ajudar os Metrossexuais nasceu em Pelotas, no Rio Grande do Sul, e hoje já atingiu mais de 24 países.

Kofi Annan citou esta carta em um de seus últimos discursos como presidente da ONU. Não envie dinheiro nem votos de saúde, paz ou felicidade. Apenas encaminhe estas palavras de apoio, fé e compreensão. Tudo bem. Se não tiver 20 amigos metrossexuais, mande para 20 conhecidos (as). Muitas pessoas por aí acham que não são, mas estão com o vírus incubado.

Repito: isto é MUITO SÉRIO!!!! Aqueles que sofrem há tempos com certos exageros da metrossexualidade, finalmente poderão enxergar a luz da salvação. Há provas concretas (e outras em madeira de lei) que atestam os milagres desta mensagem. A saber:

- O primeiro a perceber o poder deste texto, João Pereira Rosencratz Weimar, assim que mandou as mensagens, deixou de se depilar e nunca mais passou esmalte nas unhas. Hoje, ele é advogado de sucesso em Pelotas (RS) e abriu uma franquia em Campinas (SP). Isto parece piada velha. MAS É SÉRIO! É uma corrente de ajuda, não é essas besteiras que você recebe todos os dias pela Internet. Não prometemos dinheiro, amor ou a paz no mundo. Apenas queremos ajudar os metrossexuais. Se é que eles existem mesmo.

- David Beckham Terceiro, de Manchester, na Inglaterra, parou de comprar cremes para as rugas e nunca mais usou camisetas baby-look. Com o dinheiro que antes era desperdiçado no tratamento de beleza, ele abriu um pub e hoje é um alcoólatra, mas considerado “MM” (Macho de Manchester). Há uma petição pedindo um busto (peludo) do cara na praça principal do lugar.

Estes são pequenos, porém luminosos exemplos. ISTO É SÉRIO!!! Não mande dinheiro. Inclusive, temos o selo anti-spam e a aprovação da Sociedade Mundial de Correntes Imbecis.

Basta mandar para os amigos(as). Não há custo adicional. A criação desta corrente visa apenas ajudar as pessoas. Mas se você ler isto e não enviar pra ninguém, os efeitos podem ser devastadores.

Alexandre Frota Quarto, da dinastia dos Frota, leu e não mandou para os 20 companheiros (“Mas enviei para 18, pô! Que sacanagem...”, tentou se defender). Hoje, além de não gostar de futebol e malhar sete vezes por semana para ficar com o corpinho sarado, é apaixonado pelo Colin Farrell. Nada contra. Mas dificilmente o Colin Farrell dará bolas (ou qualquer outra coisa) para o sujeito.

Não desperdice seu tempo tentando achar alguma explicação lógica para isto. Porque ISTO É SÉRIO!!! Mande para os 20 amigos e pronto. Melhor prevenir do que remediar, não é?

Escrito por Careca às 09h59

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 21/09/2006

A dor-de-cotovelo nos tempos do Orkut

A dor-de-cotovelo está morrendo. Ou ganhando uma brevidade, uma efemeridade, digna dos tempos da tal pós-modernidade (se alguém ainda sacar o que é isto, por favor, cartas para a redação –ops, nem redações existem mais...).

Ah, mas não sou oráculo nem Paulo Coelho (muito menos o Arnaldo Jabor), então não sei se isso é bom ou ruim. Talvez a gente descubra as conseqüências tarde demais. Talvez as conseqüências transformem o mundo no Paraíso (com maçãs, mas sem cobras, por favor). Fato irrefutável: finalmente o planeta será destruído, ou melhor, comandado, por uma geração criada na dor-de-cotovelo virtual. A turma dos amores cibernéticos está chegando.

Para quem não se lembra, há muuuuiiiitoooo tempo (uns três anos, mais ou menos), as pessoas terminavam seus namoros, casinhos, romances, casamentos e relacionamentos doentios e sofriam por uma infinidade de dias (certo, em alguns casos, o negócio todo durava minutos, mas aí não entram na minha estatística).

Mas a graça da história era o sofrimento pós-romance. E mais: a dor-de-cotovelo era um grande barato. Sério. Você ficava lá, tristonho e remoendo uma raiva represada. Não importava se você é quem tinha dado um suave pé na traseira da pequena. Ou se tinha levado um coice. A sensação era a mesma: rancor pelo tempo perdido. Você queria ficar em paz, esquecer a sirigaita, desprezar o passado e JAMAIS (vocês que estão dormindo, prestem atenção porque este é um momento capital da crônica) OUVIR O NOME DAQUELA VAGABUNDA (geralmente os termos fortes –e injustos- afloram neste trecho).

Assim, partia para resgatar planos esquecidos, voltava a estudar, pensava em mudar o mundo, andava sem rumo, tomava cerveja gelada sozinho num bar antes despercebido, descobria que seus pais estavam vivos e moravam na mesma casa que você etc.

Então, um belo dia, ao caminhar pelo bosque, você encontra a ex com outro (geralmente o seu oposto). E descobre que ela está feliz. E os dois te olham com cara de “putz, o sujeito está um trapo”... E o resto da melodia vem naturalmente.

Sim, você também já fez uma farra com as companheiras da ex, bebeu vodca batida com amoníaco, chamou umas amigas para curtirem um final de semana na praia... E daí? Nada disso impedia a dor-de-cotovelo e a surpresa ao descobrir o paradeiro do ex-amor.

E agora? Em tempos de Orkut, a dor-de-cotovelo atinge o nível 0 da Escala de Sofrimento Amoroso, desenvolvido na Califórnia. Não dá tempo, caramba! Eis o ciclo completo de um "Amores Perdidus" hoje:

- 19h30 – fim do relacionamento;
- 19h31 – casais se despedem;
- 19h32 – você muda seu perfil no Orkut;
- 19h33 – alguém envia uma mensagem dando parabéns pela decisão;
- 19h34 – alguém manda uma mensagem dizendo que sempre foi apaixonada por você;
- 19h35 – alguém te convida para um encontro;
- 19h36 – você topa;
- 19h37 – a ex checa o seu perfil, descobre que você já está sendo assediado, chora por 12 segundos e parte para o ataque;
- 19h38 – a ex muda o próprio perfil no Orkut;
- 19h39 – seu melhor amigo chama a ex para sair.
- 19h40 – antes de sair para ficar com a menina que te convidou para assistir a um show, você passa pelo perfil da sua ex e descobre que ela nem esperou o corpo esfriar. Então, dá um soco na mesa, grita “sua vagabunda” e desliga o computador.

Já vi casos mais rápidos que este. Inclusive tenho um amigo que se apresenta como “detetive do Orkut”. Se quiser, ele encontra quem você pedir e te dá as coordenadas. É o fim definitivo da dor-de-cotovelo infinita, daquele conforto por desconhecer o paradeiro do ex-amor.

Para fechar a tese, graças ao Orkut, os emos fazem tanto sucesso (e têm essas caras que evocam o passado e os Smiths). Eles acreditam na dor-de-cotovelo, no sofrimento, no esquecimento lento e gradual de uma paixão.

Por quê? Ora, minhas amadas leitoras e queridos amigos... Muitas vezes, o “não saber” e a dúvida alimentam a alma de um desenganado e podem transformar a miséria em poesia. Mas, tudo isso exige um certo tempo, pô.

Escrito por Careca às 10h55

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 19/09/2006

Até tu, Cicarelli!

Depois de um casamento típico de estrela cadente, tanto nos gastos quanto no seu fim, a musa Daniela Cicarelli agora aposta sua carreira em uma manobra arriscada, tentando fazer cenas de sexo ou simulando isso em praia espanhola com seu namorado. Veja bem, se as musas ficam realmente preocupadas com a sua intimidade, deveriam realmente transar dentro de casa ou então liberar o uso de suas imagens para os milhões de imbecis inebriados pela curiosidade de saber se uma celebridade realmente é humana. Paris Hilton faturou dessa forma.

A última grande notícia sobre a madame foi revelada pelo Pânico que descobriu que a moça tem 6 dedos em um dos pés, anomalia comum, mas convenhamos não entre celebridades. Só falta agora o tal vídeo revelar que a moça de voz grossa é uma boneca e daí toda aquele rolo em seu casamento e coitado do Ronaldo, o Bobônemo, ele bem que tentou, mas não deu (literalmente).

Brincadeiras a parte, é uma delícia transar na praia, acredito que a maioria das pessoas normais ou nesse caso acho apropriado o termo em inglês "standard" já tentaram algo parecido. Então, qual é o problema?

O problema é que a vida de uma celebridade é uma "faca de dois legumes", sei que é chavão, mas ao tornar-se uma pessoa pública o pacote traz a perda do anonimato e a conseqüente perda de sua vida privada. No caso, a modelo tem a sua imagem ligada a diversas marcas e estas podem descontinuar suas campanhas publicitárias por macular sua estratégia de marketing, pois geralmente o conceito dessas marcas tem um forte valor "ético" quando tratasse do outro, mas via de regra não ligam se seus produtos são feitos com mão-de-obra escrava na China ou em qualquer outro lugar.

Ora, pelo amor de Deus, é muita baboseira. A moça estava desesperada, literalmente em chamas, qual o problema dela namorar na água para apagar o fogo. E vocês leitoras, também não me venham com falso moralismo, pois afinal poucas pessoas trocariam a fama e o estrelato ainda que por um período breve para tornar-se uma eterna gata borralheira.

Fama é bom, é ótimo, eu e o Careca temos tentado, dando entrevista sobre o site e os problemas do homem atual, mas Deus é testemunha como é difícil cavar um espaço, por menor que seja, para um projeto cultural alternativo, Globo está ouvindo?

Agora mais importante do que aparecer é definir aquilo pelo o que você quer aparecer, um caso policial, uma inusitada cena de sexo, uma carreira bem sucedida, ou nada. Acho que falta um pouco de reflexão das pessoas sobre isso. Para tudo há um preço a ser pago na vida, até onde cada um de nós está disposto a ir pela fama ou pelo sucesso?

Descoberta nossa real vocação para aparecer, basta escolhermos nossas armas: um bom casamento, um silicone no peito, um e mais outro dia no bar com o chefe, Oxalá um teste do sofá e pronto! Vamos em frente e que Deus, olha ele aí de novo, nos acompanhe até a nova bola da vez chegar.



Escrito por Gordo às 14h40

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 18/09/2006

Leia o "Especial Chico Buarque"

Não percam no site Macho Pero No Mucho o "Especial Chico Buarque". São textos preciosos e reveladores sobre o show "Carioca" e as mulheres que amam o compositor mais desejado da MPB. Um verdadeiro tratado sociológico (cheio de piadas) que, certamente, você não vai ler em lugar nenhum.

O Gordo conta suas dúvidas sobre a existência do ídolo, narra as declarações de amor (e tesão) proferidas pelas suas fãs (do Chico, não do Gordo) e compara Chico com Roberto Carlos. Hã?

O Careca tenta jogar pedras na Geni, mas acaba acertando os responsáveis pela organização do espetáculo. E também usa o pobre artista para alimentar uma eterna polêmica: as mulheres não têm amigas. O quê? Só lendo mesmo.

Aproveitem.

Cliquem ali onde está escrito: "site".

Obrigado.

Escrito por Careca às 22h59

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