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Sports Illustrated traz Sharapova de biquini
A musa dos machos chegados em uma raquete e bolinhas, trocadilho besta, sem sombra de dúvida é a maravilhosa russa Maria Sharapova, que mostrou os seus encantos na praia, a bordo de um biquíni na edição de fevereiro da prestigiada revista Sports Illustrated.
Mas nem só de musas caucasianas do tênis vive a revista, antes de Sharapova, nomezinho ruim de falar para uma mulher dessas, Sports Illustrated já publicou ensaios sensuais com as Deusas de Ébano Vênus e Serena Williams.
Há quatro modelos brasileiras na edição de fevereiro, são elas: Ana Beatriz Barros, Fernanda Motta, Aline Nakashima e Daniella Sarahyba (sobre a última, vocês me desculpem, mas sem comentários!!!)
Agora não sei quanto ao gosto dos nossos leitores, mas existe pitel melhor do que uma pequena esportista, atlética, sem aquela cara de zumbi das modelos tradicionais. Sabe, me perdoem as modelos, mas adoro uma carne e uma “corzinha”, fazer o que, vai ver que é minha origem humilde que me coloca mais perto da senzala do que da Casa Grande.
Escrito por Gordo às 13h50
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"A vagina é o principal órgão sexual feminino. Seu ponto mais sensível é o clítoris, que fica na entrada, como um guichê. Daí a insistência da sua parceira para que você..."
 "A vagina é o principal órgão sexual feminino. Seu ponto mais sensível é o clítoris, que fica na entrada, como um guichê. Daí a insistência da sua parceira para que você passe primeiro por ele antes de entrar." (Luis Fernando Veríssimo)
Escrito por Gordo às 13h48
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Salvem a Paris Hilton

Depois de ficar ao lado do velho Ken e resgatar o Falcon do fundo do armário, novamente fomos chamados para proteger as bonecas deste combalido planeta. Desta vez, o sinal de perigo veio direto da Semana de Moda de Londres (como vocês podem observar, os britânicos adoram nosso sítio).
A modelo (rara) Paris Hilton foi atingida por uma bomba de farinha quando ia para uma festa depois de desfilar no tal evento. A ação foi um protesto (adivinhem?) do grupo Peta contra a “tortura e morte de animais”. Não consta que a multimilionária e atriz (rarara) tenha entrado na passarela portando armas, facas ou varas de pescar. O negócio todo é porque a pequena gosta de usar uma pele de bicho de vez em quando.

Eu, sinceramente, pensei que a reivindicação era a favor de nós, animais carentes que torcemos para que a menina apareça em casa e mostre seus dotes. Ora, quem a ex-Simple Life machuca mais com seus atos? As sagazes raposas ou os homens eternamente em busca de uma boa sacanagem?
Aqueles vídeos que a empresária (rararara) solta por aí são muito mais daninhos ao nosso ego do que qualquer desfile politicamente incorreto. Meus amigos, cada cena... Ela nos joga na cara a deliciosa sordidez de nossas mentes, nosso tesão voyeur, nossa vontade de pensar com o falo e esquecer a fala. Mostrando suas fantasias, ela revela que só pensamos naquilo. Ela tem que ser aplaudida e nunca vaiada.
E outra: bomba de farinha? Contra a Paris Hilton? Farinha? Dependendo em quem você joga, ou o cidadão cheira ou faz um bolo. Protesto fome-zero.
Em relação ao grupo organizado de defesa dos bichinhos, os humoristas do “South Park” já disseram tudo em um episódio da série em que os manifestantes moram numa espécie de “comunidade” com os animais e transam com iguanas.
Que a Barbie pornô pare de nos humilhar com seus vídeos perversos. Isso sim. Chega de escancarar nossos desejos e deixar as amigas irritadas. Mas quanto a desfilar por aí com roupas suspeitas... Ora, permitam que a menina rica deite na fama enquanto é tempo. A rapaziada do Peta precisa é de uma bela... Ah, vocês sabem.
Escrito por Careca às 11h38
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Gilberto Freire também já comeu uma vaca!

“Como todo menino de engenho, tive uma iniciação que não teria tido na cidade. No engenho você vê os animais, o touro cobrindo a vaca… E eu fui iniciado no uso de uma vaca. Experimentei o contato pecaminoso com uma vaca! (Gilberto Freyre)
Calma Gilberto, não precisa ficar horrorizado. Afinal, todos nós machos iniciamos nossa vida sexual com uma vaca seja no sentido literal, seu caso, seja no sentido figurado, caso dos urbanóides como eu.
Antes que alguma pequena se revolte, deixem-me explicar, não estou dizendo que toda gente que um dia comi foi vaca, mas sim, que quando não sabia comer direito, uma vaca ensinou-me o B-A-BA do amor.
Afinal, se não fosse vaca não iria transar com um garoto assustado que mal sabia o que fazer com seu penduricalho.
Relax, my brother! A vaca é sagrada na Índia, pense no lado positivo, estimado Gilberto. Por constar deste texto profano, espero que nenhum hindu queira me queimar vivo ou arrancar minha pele!
Não é a toa que o camarada lá da frase escreveu “Casa Grande e Senzala”, será que se ele estivesse no nosso tempo escreveria “Minha Cama e uma Vaca”, pois se há algo que não tem mais nenhuma graça é política, agora o sexo foi, é e será sempre uma ótima vávula de escape para as pessoas inteligentes. Quem se habilita a responder?
Escrito por Gordo às 15h17
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“Pelo jeito que a coisa vai, em breve o terceiro sexo estará em segundo.”

(Stanislaw Ponte Preta)
Escrito por Gordo às 15h16
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Novo capítulo do "Manual do Gorilassexual"
 Apesar de me sentir mais apedrejado do que embaixada da Dinamarca, capricho em outro capítulo de nosso "Manual do Gorilassexual". Em respeito a nossas oito leitoras, digo que me sinto honrado com as manifestações dos últimos dias. E repito: tudo publicado aqui é muito sério. Continuem o debate. A seguir, mais palavras absolutamente úteis.
ROUPAS
Muito me admira (quer dizer, nada mais me espanta nesta Terra cheia de Sol, Deus e Diabo) ter que escrever sobre as melhores e únicas roupas decentes para um legítimo gorilassexual.
Todos nós sabemos que só existem dois tipos de vestuário para nós: jeans e camiseta no dia-a-dia; e um terno clássico Armani para os casamentos (blargh) que eventualmente enfrentamos (com o único propósito de pegar, ou melhor, conhecer mulher, claro).
Mesmo assim, várias pessoas me param na rua e perguntam quais as melhores opções de estampas, desenhos, cores etc. Gente, rapaziada, garotada show de bola... Façam-me o favor... Serei bem didático pra nunca mais ser importunado sobre esse funesto assunto.
ESTAMPAS DAS CAMISETAS
Sempre opte pelas lisas (brancas ou pretas). Se tiver letrinhas, nada daquelas “professor do sexo: aqui”, “mulher é igual cerveja” etc. Muito menos estimule o uso de figuras de bandas como Engenheiros do Havaí ou Morrissey. Se quiser vestir isso, faça parte de outra tribo. Tem góticos, losers, criminosos, funkeiros etc. de sobra no mercado. Lembre-se: simplicidade e tons neutros. Só. O máximo que admitimos é alguma frase do Paulo César Pereiro (“eu te amo, porra!”) e foto do mesmo. O mesmo vale para as camisas.
LARGURA E COMPRIMENTO
Vejo muita gente por aí usando camisetas justinhas e bancando o DJ inglês. Pfui. Por que vocês acham que perguntam o nosso número quando entramos numa loja? Diga a verdade, cacete. O ideal é colocar uma roupa um número maior, apenas para garantir a cerveja do final de noite. Que história é essa de malhas coladas ao corpo? Atenção: tenho verificado que há vários “homens” com camisetas de mangas indecentes (leia-se: muito curtas, quase cavadas). Manga é da Hering. E tenho dito.
COR DO TERNO
Isso é básico, né minha gente. Casamento à tarde, terno marrom. Casamento à noite... Terno marrom. O mesmo. Nunca ouviu que à noite todos os gatos são pardos? Não se preocupe com isso. Gaste os tubos apenas uma vez e pronto.
TÊNIS OU SAPATOS?
Qualquer um, desde que NUNCA siga a moda. Gorilassexual não liga para marcas, mas faz questão de manter tudo limpo e organizado. Somos iconoclastas, e não ovelhas seguindo o líder. Se estão usando All-Star, esqueça aquele vermelho que você adora. Chinelos Havaianas arrasam nos comerciais? Aposente a sua. E assim siga contra a maré. Pega bem. Ah, JAMAIS coloque nos pés aquelas sandálias de couro... Credo, nem ouso continuar.
COMBINAÇÕES
Meu, acabei de mencionar que o negócio é jeans e camiseta, tudo neutro, e você ainda pensa em combinar alguma coisa? Não tem o que COMBINAR aqui. Esqueça.
Eu disse que seria breve. Aguardem: no próximo tópico, vamos discutir um pouco as formas de abordagem de um gorilassexual.
Escrito por Careca às 12h36
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"Um beijo pode não ser uma coisa higiênica, mas que é a maneira mais saborosa de apanhar um germe, isso é."
 Duff
Escrito por Gordo às 15h17
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Gays britânicos ganham maiores salários
 Pesquisa enviada por uma das nossas oito leitoras coloca um pouco mais de caldo na atual confusão sexual que domina o planeta. Ah, claro, os números vêm lá da Inglaterra, país pródigo em produzir esse tipo de material hilário e absolutamente útil para o resto da humanidade (Ivan Lessa está aí e não me deixa mentir sozinho).
Segundo dados publicados pelo jornal britânico “The Guardian”, os homossexuais do Reino Unido ganham salários maiores que a média da população do país. Prestem atenção aqui: pelo estudo, eis a tabela salarial da ilha:
Homens: 24.800 libras por ano;
Gays: 34.200 libras por ano.
Agora entendi porque alguns amigos que moram para aqueles lados sempre reclamam do salário. Virem gays, pôxa!
Assim, apenas saindo do armário, já é possível garantir dez mil mangos a mais no ordenado. Nem me perguntem quanto isso representa em reais. A última vez em que recebi na faixa do milhar foi um dinheirinho ilegal do qual não me arrependo, mas me custou dois dentes e uma fratura no fêmur.
Eu já sabia que os executivos das 50 maiores empresas norte-americanas têm mais de 1m80cm. Ou seja, pela minha altura, eis um tipo de trabalho em que jamais eu teria alguma chance.
Agora, ser gay na Inglaterra é sempre uma opção para todos. Não importa muito o desempenho, estatura, musculatura, QI etc. Seja gay, seja herói. E embolse dez milhas como bônus no final do ano.
Atenção meninas (mulheres mesmo): as lésbicas faturam em doze meses seis mil libras a mais do que as fêmeas heterossexuais britânicas. Eu disse que esse negócio vale a pena pra todos os sexos.
Quanta gente se pica (sem trocadilho) do país em busca dos salários em euros e dólar. Debaixo do braço, um MBA, uma bola de futebol, um canudo (de novo, sem trocadilho), uma esperança. Agora, se quiser encher as burras mesmo, um pouquinho de aventura pelo mesmo sexo pode ajudar.
Será que no Brasil também é assim? Se uma pesquisa dessa aparecesse por aqui, conheço muita gente que por qualquer R$ 350 a mais por ano não se importaria de trocar de lado.
Vale a sondagem informal: os gays que você conhece ganham mais do que os heterossexuais na mesma posição? (por favor, chega de trocadilhos).
Escrito por Careca às 20h37
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Deus perdoe os homens que não jogaram bola na rua ...
 Cada dia que passa, fico mais triste pelos filhos que terei neste mundo idiotizado. Deus perdoe os homens que não jogaram bola na rua e hoje reinam soberanos em nossa sociedade com uma perigosa mistura de covardia bunda-mole com ambição desmedida.
Este texto é uma espécie de desabafo velado, não é bom para ninguém essa gente que não aprendeu a conviver com a diferença, afinal se na rua todo mundo tivesse uma bola e brincasse no seu próprio quintal, não faríamos uma partida de futebol.
É triste ver o que tornou-se a humanidade no Brasil, homens sem orgulho de lutar por nada, afinal quando foram humilhados pelo valentão do bairro nem sequer tentaram “rolar na porrada” com ele, apenas calaram-se, enfiaram o rabo entre as pernas, sem saber do que poderiam ser capazes.
Mais triste ainda é ver o poder do dinheiro generalizado, os meninos que cresceram confinados debaixo da saia das sua mães aprenderam direitinho a lição: “Passa de ano na escola que você vai ganhar uma bicicleta”. Antes só a nossa “elitizinha de merda” estava disposta a fazer o serviço sujo por alguns trocados. Hoje, todo homem comum está disposto a tudo por qualquer quinhão nesta bandalheira desonrosa que tornou-se o meu, o seu, enfim o nosso país.
Ah, isso sem falar com o politicamente correto que acabou com a gostosa iniciação sexual da garotada e o mundialmente famoso “troca-troca”. Agora aos 17 anos, muito moleque tem que tomar remédio para se sentir seguro para uma relação sexual.
É se as pessoas realmente tivessem tido uma infância saudável, tudo poderia ser diferente, até mesmo o mundo. Oremos irmãos:
“Deus perdoe os homens que não jogaram bola na rua, eles não sabem o que fazem!”
Escrito por Gordo às 16h40
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Em defesa do velho Ken
 Vocês viram? Minha vizinha espanhola do 408 gritou: "habla sério!". O cidadão do 409 anunciou: "estou bege". Tudo por causa da notícia-bomba (hummm, o termo não é muito próprio nos dias de hoje) que indica a volta do boneco Ken, desta vez prontinho pra faturar a Barbie de vez.
Caramba. Eu fui o primeiro a comentar meu desapontamento quando a garota traiu o homenzinho de plástico com um metrossexual chamado Blaine. Olha, nada contra os Blaines, mas Barbie e Blaine é quase um cacófato. É demais... E a pinta de David Beckham de churrascaria do garotão?
Sem contar que só mesmo a loirinha da Mattel para chifrar o Ken depois de sólidos 43 anos de casamento... Façam-me o favor. Ah, só pra constar: Blaine é bronzeado e australiano.
Bom, o fato é que o Ken voltou e dizem por aí que a tal dondoca pode ter uma recaída. Pôxa, Ken, não dê bola para aquela lá, não. Dignidade, chefia. Ainda mais agora. Sabe o que fizeram com o velho Ken? Ele será relançado numa versão "melhorada", ou seja, num estilo "beach boy" (leia-se: mais metrossexual que o próprio Blaine).
Ken, por favor, não deixe que isso aconteça. Seja um de nós. Resista. Tome umas cervejas, leia um pouco mais, esqueça de fazer a barba e continue sendo o velho Ken. "Beach boy"? Você quer mesmo isso?
Por favor, vamos convencer o Ken a não se sacrificar assim pela Barbie. Abaixo-assinado já.
Escrito por Careca às 22h48
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Filme dos "caubóis gays" comove leitor
Mesmo que isso cause um certo protesto entre alguns visitantes deste sítio (gostaria de lembrar que já estamos com oito leitoras), concordo com todas as palavras do sábio guru Larry David sobre o filme “O Segredo de Brokeback Mountain”, de Ang Lee.
Para quem não tem a mínima idéia sobre o que escrevo, calma, vocês são pessoas completamente normais. Acontece que Larry foi o co-criador de “Seinfeld” e atualmente atua, escreve e faz gato-e-sapato na série “Curb Your Enthusiasm”.
Pra completar, publicou recentemente um artigo no “New York Times” comentando que não assistiria ao tal filme dos “caubóis gays” (que acabou de receber oito indicações ao Oscar) com medo de se tornar um homossexual masculino, afinal ele é muito influenciável.
Claro que tudo veio carregado com um belo tom de chacota. Eu, como sou macho pero no mucho mesmo, fui sem receio nenhum até o cinema. E até soltei algumas lágrimas. Porém, alerto para o perigo: a história é conduzida tão elegantemente que… Larry David tem razão. É um perigo para aqueles que ainda não se descobriram.
Vejam a história do meu amigo Armandinho. É um daqueles companheiros que faz questão de odiar os “veados”, de imitar bichinhas, de usar o preconceito pra lá e pra cá. É um baita machão por aí. Faz questão de dia sim, dia não, dizer que conversou com as meninas na Augusta, de criticar os preços do clássico hotel Itamar na Fernando Albuquerque, de se dizer apaixonado pelas meninas da Love Story etc. Eis que ele me manda essa mensagem ontem:
“Careca do céu… E da Terra também. Estou confuso. Desculpe apelar para seu e-mail feito dondoca pedindo ajuda em correio sentimental de rádio AM do interior, mas estou em desespero. Você sabe que sou homem, muito homem, quase lobisomem. Mas… Aconteceu assim. Resolvi assistir ao filme dos “caubóis gays”. Claro que não preciso provar nada pra ninguém, mas escolhi a primeira sessão e no Shopping Higienópolis, mirando um público sem nenhum parentesco com os lados do Frei Caneca. Bem, entrei e sentei na primeira fila.
Fiquei satisfeito ao comprovar o sucesso da minha tática, pois só havia mulheres e velhos na sala. E ricos. E judeus. Os problemas começaram na saída. Putz, gostei demais da história, da paisagem e… dos beijos entre aqueles dois gostos… Quer dizer, das bonitas carícias entre dois seres humanos limpinhos.
Bom, gostar deste filme não significa que eu também seja diferente, não é? Sou macho, porra. Mas desde então não paro de pensar num amor assim, profundo, literalmente que te fure as entranhas. Aqueles dois ali, na montanha, fumando seu cigarrinho e tocando ovelhas… Será que até eu, o Armandinho, cairia naquela tentação? O que o cinema faz com a gente… Pretendo rever mais algumas vezes. As bichas também amam. E hoje isso me emociona… Abraços (sem outras intenções), do seu Armandinho.”
Pois é, meus queridos. Como a vida pode nos surpreender. Por isso é bela. Eu acho.
O melhor da história: o filme de Ang Lee consegue passar por todos os estereótipos sem julgar ou rotular, olhando com carinho por todos os lados. Eis um diretor que poderia ganhar uma coluna por aqui.
Vão lá assistir “Brokeback Mountain” e descubram seus segredinhos também. Ah, e convidem o Armandinho.
Escrito por Careca às 22h39
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Nós e o nabo gigante
 Eu não sei, não, mas daqui a pouco creio que deveremos traduzir os textos deste sítio para o Japão. O Zico está aí e não me deixa mentir: os sujeitos gostam da brasileirada e curtem uma piada sem preconceitos.
Em que outro local do mundo teríamos uma notícia como esta: "Dúvida a respeito do estado de saúde de um nabo gigante está causando comoção no Japão e ganhando espaço nobre nos noticiários do país.
 O espécime do tipo daikon, um ingrediente muito utilizado na cozinha japonesa, foi levado à unidade de terapia intensiva de um centro de pesquisas agrícolas depois que um sujeito cortou um pedaço da parte superior do vegetal.
O “supernabo” conquistou a admiração do público quando começou a crescer numa calçada da cidade de Aoi, no ano passado."
As linhas acima foram retiradas do sítio da BBC. Bem, a coisa toda é tão estranha que só mesmo no Brasil... Ou no Japão, o nosso avesso do avesso.
Da última vez em que o Seu Noronha chorou pela morte de um fantástico pé de mandioca em seu curral, foi chamado de "gay enrustido" pra baixo (e pra cima também). Portanto, espero que o mundo se cale e não cometa outra injustiça. Às vezes, um nabo é só um nabo. Deixem os meninos do outro lado se emocionarem em paz.
Agora os japoneses provam que podemos lamentar a morte de um nabo e tudo bem. Ora, isso é sinal de alguma preferência sexual nacional? Acho que não. É apenas um delicioso e nababesco trocadilho. Certo?
Escrito por Careca às 19h08
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Enrustido destrói bar gay a machadadas nos EUA
 Um rapaz, muito provavelmente reprimido e cheio de dúvidas, abriu fogo num bar gay de Massachusetts e atacou os clientes com uma machadinha, deixando três feridos. O ataque aconteceu no Puzzles Lounge, em New Bedford, próximo a Boston. O nome do imbecil, ao que tudo indica, é Jacob. Convenhamos este crime não condiz com o tempo em que vivemos, afinal até mesmo nós, heteros convictos, já reconhecemos: somos “machos pero no mucho”. De acordo com notícia veiculada pelas agências de notícias, o tal Jacob provavelmente sem coragem de tornar-se Jacobina, vive subindo nas tamancas, cheio de chiliques agressivos. Ele era procurado por 3 acusações de tentativa de homicídio.Ao babaca, que deturpa a imagem de nós verdadeiros machos um recado com todo o respeito:
“Calma Santa, para que tanto rodeio, desse jeito você vai conseguir aquilo que você quer, vai virar menina no xilindró!”
Escrito por Gordo às 15h32
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"Se eu traísse um homem, quando olhasse para ele iria pensar: Pô, esse cara é um corno! E eu quero um homem que não seja corno, que seja maravilhoso, felicíssimo."
(Danusa Leão)
Escrito por Gordo às 15h09
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Direto do oriente: o Macho-2046
 E para o deleite das nossas queridas, amadas e inconseqüentes seis leitoras (e subindo) temos aqui mais um tipo de homem que perturba as mentes indefesas: o Macho-2046.
Particularmente (sei que ninguém perguntou) acredito que esse cidadão é um dos mais complexos a habitar este treco chamado Terra, seja na base do Criacionismo ou do Evolucionismo.
Depois do Macho-Antônio Maria e do Macho-Pinguim, eis que percebemos o Macho-2046, encontrado principalmente no oriente, especificamente nos filmes de Wong Kar-Wai.
É aquele que sabe as dores do único amor, que cantarola um antigo samba-canção (sem letra, só melodia), que num olhar 43, daqueles assim, meio de lado, já sabe todo o futuro e o fracasso de uma relação, que não lamenta, apenas curte, que fala dessa maneira, só com vírgulas, sem ponto nem interrogações nem exclamações, que percebe a vida como ela é: feito um bolero, um filme mexicano, uma lágrima carregada de lembranças.
O amor, para o Macho-2046, é um lugar impossível, imaginário, distante, feito o pote de ouro no fim do arco-íris. Quem já teve, nunca voltou pra contar. O resto é bebida, comida (com trocadilho) e mulheres lindas e nuas dançando a dança da solidão, que é lava e cobre tudo.
O Macho-2046 não mente para as pequenas. Ele as embala e ajuda. Para ele, estamos aqui pra beber e conversar. O amor? Humpf. Tem um tempo e um lugar… Se você perder o trem, adeus. Nunca mais. Só em outra vida. Ou nos braços daquela lá, a mulherzinha de capuz e foice na mão (alguém ainda duvida que a dona Morte é fêmea?).
Assim, ele passa de mão e mão com as amigas, recortando sentimentos, colando peças, vivendo tudo separado para juntar na cabeça e imaginar o rosto de uma única mulher, aquela que ele jamais encontrará.
Dói. Mas é bom, como cera pingada em noite de Lua. Ele é honesto, sincero, limpo e elas comentam que até cheiroso. Demais. Tem amigas de bebedeira, amigas de saideira, amigas de choradeira, amigas de trepadeira, amigas de brincadeira. Respeita todas. Mata o tempo. E se lembra das palavras da canção triste, do ninguém me ama, ninguém me quer. Ou melhor: não existe quem amar, não existe o querer eterno.
Não se iludem. O Macho-2046 é feliz. Felicíssimo. Dentro de sua desgraça, ele tem a consciência de saber que embarcou neste trem. Cheio de meninas andróides. Lindas, puras, que merecem nossos segredos, mas que não nos bastam.
E assim o Macho-2046 pula de vagão em vagão, curando sua sina, divertindo as pequenas, provocando a vida e sabendo que não existe estação no fim da linha.
Escrito por Careca às 18h05
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Chifres são coisas da nossa cabeça...
 O mundo é repleto de cornos, ou chifres, depende de como você prefere referir-se a galheira engraçada que pousa na cabeça dos outros, mas quando é na sua faz de você um suicida em potencial.
Há alguns cornos famosos e outros nem tanto, recentemente revistas de fofoca do mundo inteiro especulam se Giselle Budchen teria traído o mega-astro Di Caprio com o surfista Kelly Slater.
De acordo com algumas publicações a Top teria avançado o sinal e e a “dor de cornos” seria o rela motivo para Di Caprio cair na esbórnia, enfiar o pé na jaca, chafurdar na lama. É meus caros, dor de corno é foda, nem com todo dinheiro do mundo cura, invariavelmente o remédio é sempre o mesmo: álcool ou escândalo.
Agora, convenhamos, se isso pode acontecer aos dois maiores cachês ambulantes do mundo, como comprova a história,provavelmente pode acontecer com qualquer um de nós. Afinal, chifres são coisas da nossa cabeça.
É maravilhosa a mítica do corno no universo masculino, se não me engano foi o Arnaldo Jabor que disse algo maravilhoso: “uma mulher traída possui um ar de santa, enquanto um homem é patético e ridículo ”.
Tão certo quanto errar é humano, e olha que o Jabor tratando-se de política erra para KCT, um dia passaremos por essa experiência.
O melhor é relaxar e gozar, pois se até entre os famosos estas coisas acontecem, imaginem conosco simples mortais.
Se você , querido leitor (a), se deparasse com esta infeliz tragédia você preferiria:
Ser a Jennifer Annistone que foi trocada pela Anglina Jolie, depois de ter comido muito o Brad Pitt
Ser o Leonardo de Caprio que foi trocado por Gisele Bundchen pelo Pelé do Surfe, Kelly Slater.
Ser D. João que foi traído por Carlota Joaquina com qualquer um que passasse na sua frente ou atrás (rs).
Todas as anteriores
Nenhuma das anteriores (MESMO SABENDO QUE PAPAI NOEL NÃO EXISTE, ASSIM COMO OS DUENDES)
Escrito por Gordo às 13h23
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"Sou a favor do costume de se beijar as mãos de uma mulher quando somos apresentados. Afinal, é preciso começar por algum lado."
Sacha Guitry by Gordo
Escrito por Gordo às 16h12
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